domingo, 6 de abril de 2008

baby.when.the.lights

É engraçado como sua ausência me deixa tão perdido. Me faz não querer mais ter o mundo sem você. E agora fica tudo assim... Na mesma merda de antes, porém mais interessante de se ferrar.
Mamãe já está ótima, levou alta e tudo. O níver do Fat esteve bom. Muita cerveja, muito casal e eu de mão abanando. Só pra variar.
Amanhã estarei indo ver 'Juno'. Até agora, é o filme que mais quis ver no ano. Uhm... Tenho a ligeira impressão de que este blog está virando quase que única e exclusivamente sobre cinema. O que posso fazer se cinema é um dos melhores prazeres terrenos? Não me perguntem o outros. XD~

Cineminha do Uli
'Onde os Fracos Não Têm Vez' [Eua, 2007]
*****
De Joel e Ethan Coen
*Vencedor de 4 Oscar [Incluindo Melhor Filme], 2008

Minha expectativa para esse aqui era grande. O filme foi a maior vedete do Oscar deste ano, levando 4 das 8 estatuetas a que concorria. Uma coisa que todos devem aprender é que a expectativa pode acabar com um filme. Ainda bem que aprendi a lidar com isso. 'Onde os Fracos não têm vez' é magnético. O filme literalmente te puxa. Resumindo, as coisas começam quando Llewelyn Moss [Josh Brolin] no meio de uma de suas caçadas no deserto, encontra a cena de uma verdadeira chacina e, a poucos metros de lá, uma maleta com 2 milhões de dólares. Acontece que Anton Chigurh [Javier Bardem] está atrás do dinheiro e vai atrás de Moss, disposto a máta-lo, assim como faz com todos que atravessam seu caminho. Roteiro batido? Pode até ser, mas a verdadeira magia da coisa toda é como a história é contada. Por exemplo, uma das coisas critadas deste filme é que não há nenhuma explicação sobre a chacina, as causas, os envolvidos. Achei que isso poderia estragar drasticamente o andar da carruagem. Para Moss, é apenas um grande crime cometido onde no meio estava a maleta que depois foi encontrada por ele. E que existia alguém atrás desta maleta, conseqüentemente, este alguém está atrás dele agora. É isto que precisa estar claro, porque cada ação seguinte necessita disso. Têm-se depois um filme de gato e rato. O magnetismo que falei é que tanto o gato, quanto o rato, são imprevisíveis e é aí que o filme ganha brilha sobrehumano. Válido frisar: a atuação de Javier Bardem é fantástica. Você têm prévia noção de que ele é um lunático só de ver a cara dele, o jeito dele de agir. Isso só é literalmente dito lá pelas tantas do filme [que é um tanto longo]. Mas a essa altura, o olhar de Bardem já te deixa cismado, inquieto, à ponto de você nunca querer dar de cara com um homem desses no meio na rua. Quase sobrnatural.

See you soon
=D

2 comentários:

Felps disse...

níver do fat?
teve?
oh!

Agora quero ver 'Onde Os Fracos Não Tem Vez'

Unknown disse...

ele é a cara do beiçola da grande família
e continua achando desmerecido alguns ou algum dos oscars (por exemplo, o de melhor filme)...
enfim... não me fascinou tanto... maaaaaaaaaaaaas, como eu sou insistente, também está anotado pra ver de novo.

Beijoooo