quarta-feira, 23 de abril de 2008

If this is your first night in the Fight Club, you have to fight.


Hora de um melhores filmes do mundo. Ao menos pra mim.

Cineminha do Uli

'Clube da Luta' ['Fight Club', Eua, 1999]
*****
de David Fincher
escrito por Jim Uhls
baseado no livro de Chuck Palahniuk

Quando Juno MacGuff [Ellen Page] pega seu telefone em forma de hambúrger em 'Juno', duas coisas podem ser reparadas na cena em que se segue: o quarta dela e da amiga são extensões de seus personagens. O de Juno é meio desorganizado, com elementos nítidamente mais escuros que o da amiga, abarrotado de itens dígnos das ditas 'patricinhas'. Entretanto, há um telefone de hambúrger ali. Juno é tímida, fechada para si. Mas é meiga, carinhosa e humana. O que isso tem a ver? São ligações visuais dos personagens e do ambiente que compõe. O quarto fala por Juno. E o que 'Juno' têm a ver com 'Clube da Luta'? Essas representações visuais estão presentes em 'Clube' o tempo tudo. E são exageradas. Já explico como e porque.
O filme é uma adaptação de um livro homônimo que conta de história de um cara sem nome [Edwart Norton, que é o narrador do filme] que trabalha com o recall de uma empresa automoilística. Ele viaja para tanto. Ele sofre de profunda insônia e acredita que isso é um grande sofrimento. Indicado por seu médico, ele decide ir a um grupo de suporte para paciente com câncer testicular. Seu médico disse que isso o ajudaria o que realmente é um sofrimento. Depois ele dorme como um bebê. Vê nisso a cura para sua insônia. E passa a freqüentar de vez o grupo. Como um falso possuidor do problema. Então, nosso narrador sem nome encontra alguém tão impostor quanto ele: Marla [Helena Boham Carter, na atuação de sua vida]. Isso o incomoda e a insonia retorna. Ele e Marla começam a disputar grupos de ajuda. Muitos deles.
Em uma de suas viagens à trabalho, conhece Tyler Durden [Brad Pitt, em um de seus melhores momentos]. Tyler é vendedor de sabonetes. A vida de Tyler é atraente demais para o narrador. Eles viram amigos. Após a casa do personagem sem nome pegar fogo acidentalmente, ele resolve ir ao encontro de Tyler e acabando lutando amistosamente após. A brincadeira ganha status alfa, o número de pessoas aumentam, e a brincadeira vira um clube onde os homens podem extravassar a ira. O que acontece a seguir não vou relatar, isso aqui não é a Wikipedia. Mesmo porque, eu estragaria mais da metade da graça do filme

O ponte forte de 'Clube da Luta' é o reoteiro insano. Impecavelmente bem conduzido. Diálogos riquíssimos de conteúdo. Ao mesmo tempo em que todo essa história psicodélica toma rumos, discute-se sociedade, pessoas, consumo... enfim. E cada fato é sempre inesperado. É sempre um soco no êstomago. Precisamos de filmes assim. Tem uma fotografia fantástica, em cores contrastantes. E aqui as coisas ao redor falam pelos personagens. A decadência do narrador é nítida, não apenas pela ótima atuação de Norton, mas pelos cenários visivelmente mais sujos, obscuros. O estilo atraente de Tyler é mostrado pelo exagero da vida de um bon vivant: carros importados, casacos de peles, calças de vinil e couro. A vida morta de Marla através de suas cores mais frias, de seu figurino. Enfim. É um filme onde a câmera fala. O que os personagens é discutível, pensativo. E tudo forma um contexto meio caótico maravilhoso, que faz sentido. Que fala por si só. O fim da sessão, beira o absurdo, o impossível. O soco no êstomago é tão grande, que por pouco você sente sua boca sangrar. Tudo ali passa a ser argumentos [válidos] para muitas das discussões sociais. E depois vem a pergunta: como estava tudo ali? Inacreditavelmente estava. E você não apenas viu como sentiu. Faz parte da viagem que acaba sendo a coisa toda. Vale a pena entrar nela. Vale a pena lutar por ela. Brilhante é dignamente pouco para descrever 'Clube da Luta', suas atuações e sua produção. Veja-o com outros olhos e você estará diante de uma das obras mais maravilhosas da história do cinema. Enjoy ;]

Trailer
http://youtube.com/watch?v=8yXqAGzT_Dk


segunda-feira, 21 de abril de 2008


Preciso expressar a minha revolta... Então, Lá vai...

Cineminha do Uli
'Ken Park' [Eua, 2002]
/
de Larry Clark
escrito por Harmoni Corine e Larry Clark

Sei uma imagem vale mais do que mil palavras. No cinema então... piff! Esta é a máxima deste aqui. A diferença está na sua execução. O tenta expressar realismo. E consegue. Ao extremo. O problema não é esse. Aliás, fotograficamente falando, o filme é perfeito, com relação àquilo que ele se propõe a mostrar. Vamos ao plot: o filme começa com um suícidio público de um adolescente. A seguir somos apresentados à vida dos amigos do falecido. E cada um deles possui uma vida mais estranha que a do outro. O erro ainda não está aqui. A partir do momento em que o filme começa a mostrar-nos a vida de cada um dos adolescentes, ele vira um filme pornô daqueles. Uhm... talvez aí esteja o erro. Não. Pra mim ainda não é isso. Qual o problema de 'Ken Park' afinal? A péssima condução e direção das coisas. Não há clímax. É apenas um insólido e frio relato de vidas [sexuais] vazias.
Não se diz e chega a ser impossível deduzir aonde o filme que chegar. O que ele quer nos dizer. A cena final, por exemplo, onde três dos personagens fazem o famoso ménage à trois, não tem o menor cabimento. A questão, de novo, não é sexo. E sim: porquê? Como? Filmes sem explicitação de meios e fins existem. 'Onde os fracos não têm vez' é um belo e recente exemplo. Só que no atual vencedor do Oscar, tudo se conecta, nun processo quase osmótico, fazendo o todo ter sentido, porquê e como. 'Fracos' é apenas uma 'parte' da tragetória de uma mala e seus envolvidos. E essa 'parte' fala e conclui por si só. 'Ken park' não começa, não climatiza e nem clonclui.
Ouvir dizer que era um filme inteligente. Para citar outro 'park': Paranoid park'. Isso sim é um filme inteligente. E ele não se dispõe a ter metade da astúcia de 'Ken'. 'Ken park' talvez ganhou destaque pelo causado pelas cenas e pela infinita interpretação livre que possui. Só que é infinita e livre demais. No fim das contas, não se chega a lugar nenhum. Muitos menos diz a que veio. Aqui, imagens são apenas imagens. E elas não dizem absolutamente nada. Um filme que não merece ser visto. Pronto, falei.

Gostaria de ver este blog mais cheio. Divulguem!
Em breve junto com os filmes, pretendo relacionar suas respectivas trilhas e trailers. ;]

See you soon ;]

sábado, 12 de abril de 2008

i'm.a.planet

Ontem eu realizei coisas as quais eu não fazia a muito tempo... Sim, nós brincamos de adoleta, dança da cadeira, telefone sem fio, verdade ou conseqüencia, cantamos pokémon, músicas da xuxa, dançamos a dança do quadrado... Enfim, uma sessão nostalgia das mais infinitas e memoráveis. Esqueci de dizer que nós estávamos em um grupo grande e dentro de um bar. Vai vendo. XD~

Cineminha do Uli
'
Juno' [Eua, 2007]
*****
de Jason Reitman
Roteiro original por Diablo Cody
[Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original

Enfim, 'Juno'. Ele se enquadra perfeitamente na categoria em que se encaixa 'Hora de Voltar': é lindo!! Maravilhosamente escrito por Diablo Cody, este filme foi o azarão do Oscar deste Ano e acredito que merecia mais do "só" o Oscar de Melhor Roteiro Original. Ellen Page e Michael Cera além de provar de uma vez por todas que são ótimos atores, ficam lindos em cena. Ver os dois é apaixonante. Mesmo que essa seja uma história meio que avessa. Explico: Juno MacGuff [Ellen Page] descobre que está grávida de Paulie Blaker [Michael Cera]. Os poréns: Bleeker é amigo de longa data e admirador de Juno. Ambos têm 16 anos e nenhum dos dois está pronto para isso. A solução parece bastante simples: abortar. Mesmo decidida, Juno volta atrás e acaba por optar deixar o filho para adoção. Bleeker é quase um zero a esquerda e esse é o charme da atuação de Cera. Analisando a história, parece simples não dar crédito a um filme com uma história tão simples e comum. Acontece que o brilho de 'Juno' não está aí. Está nos detalhes, no ritmo, na trilha, nas idéias e [por que não?] nos ideais. Não vou me esquecer dos diálogos, ricamente construídos que a legenda brasileira teve o prazer de destruir. Vale ver o filme com um conhecimento um pouco mais largo da língua inglesa. A partir daí, tudo no filme fica mais rico, mais colorido e mais atraente. Vê-se os sentimentos de Cera. A confusão na cebça de Juno. A linda dedicação da futura mãe do bebê [interpretada por Jeniifer Garner, que eu não acreditava que seria tão boa]. As confusões e deduções de um mundo limitado, mas profundo, que é a cabeça de uma menina de 16 anos. Queria poder escrever mais sobre o filme, mas não vou. Não porque o fime não mereça. Mas porque a verdadeira graça de 'Juno' é justamente o seu encanto surpresa. Estará na prateleira. Sem dúvida =D


See you soon =D

segunda-feira, 7 de abril de 2008

did.you.think.about.me.now.and.then.?


Talvez eu deveria ter ficado quieto. Talvez o que lhe disse não tenha sido suficiente. Apenas talvez. Mal vejo a hora de te ver e te mostar aquilo que sei que você tanto precisa. Engraçado você, logo você, me considerar carente. Por favor, use o espelho desta vez.

Prosseguindo a minha viagem cinematográfica, ontem eu não consegui ver 'Juno'. Oficialmente se eu não for amanhã, irei na quarta. E me mato se não conseguir. É uma nescessidade. XD~


Cineminha do Uli
'Hora de Voltar' [Eua, 2004]
*****
de Zach Braff
*Escolhido para a Seleção Especial do Festival de Sundance
Filmes bonitinhos devem existir aos montes. Talvez poucos sejam tão encantadores. 'Hora de Partir' brilha, não por ser um verdadeiro filmaço, mas pelo puro encanto de seus personagens e suas histórias. O filme trata de Andrew Largeman [Zach Braff], solitário ator frustado de Los Angeles, que hoje trabalha em um restaurante. Com a morte da mãe ele se ve obrigado a voltar, dez anos depois, a sua cidade natal e encarar os motivos pelos quais ele saiu de lá. Cada um dos personagens possui sua excentricidade e talvez seja isso que tanto assusta Andrew. Sua válvula de escape é a doce Sam [Nathalie Portman] menina com a qual se vê timidamente apaixonado desde que a conheceu em uma sala de espera de hospital. Aos poucos, Andrew vai se descobrindo, vai encaixando as peças e libertando os fantasmas. Vai aprendendo a viver de maneira leve e tudo isso mantendo a mesma cara de nada que sempre carrega. É um daqueles filmes que você sai da sessão dizendo 'lindo!'. Possui um roteiro ricamente estruturado e diálogos inteligentes, marcantes, que juntamente com a colorida fotografia ganham o status de brilhantes. Um filme que merece ser visto. Dê uma chance a ele. Duvido, solenemente que você não se apaixonar por este aqui. Válido frisar: foi por conta deste aqui que o até então pequeno Festival de Sundance passou a ser mais reconhecido no mundo. Marcou o festival como sendo a nata do cinema alternativo e de lá pra cá, filmes selecionados por Sundance já são motivos de cinema de boa qualidade. Os últimos dois estouros de Sundance foram 'Pequena Miss Sunshine' e 'Juno', filmes que não fizeram feio em nenhum lugar do planeta. Mas foi graças a Sundance que foram reconhecidos e justamente ovacionados. Aplausos.
See you soon
*Gostaria de fazer um pedido aos apaixonados por cinema: Por favor, divulguem o blog a outros adoradores da sétima arte. Vou adorar ver vocês concordando ou discordando dos filmes publicados aqui. E receber dicas de filmes pra ver também.
=*

domingo, 6 de abril de 2008

baby.when.the.lights

É engraçado como sua ausência me deixa tão perdido. Me faz não querer mais ter o mundo sem você. E agora fica tudo assim... Na mesma merda de antes, porém mais interessante de se ferrar.
Mamãe já está ótima, levou alta e tudo. O níver do Fat esteve bom. Muita cerveja, muito casal e eu de mão abanando. Só pra variar.
Amanhã estarei indo ver 'Juno'. Até agora, é o filme que mais quis ver no ano. Uhm... Tenho a ligeira impressão de que este blog está virando quase que única e exclusivamente sobre cinema. O que posso fazer se cinema é um dos melhores prazeres terrenos? Não me perguntem o outros. XD~

Cineminha do Uli
'Onde os Fracos Não Têm Vez' [Eua, 2007]
*****
De Joel e Ethan Coen
*Vencedor de 4 Oscar [Incluindo Melhor Filme], 2008

Minha expectativa para esse aqui era grande. O filme foi a maior vedete do Oscar deste ano, levando 4 das 8 estatuetas a que concorria. Uma coisa que todos devem aprender é que a expectativa pode acabar com um filme. Ainda bem que aprendi a lidar com isso. 'Onde os Fracos não têm vez' é magnético. O filme literalmente te puxa. Resumindo, as coisas começam quando Llewelyn Moss [Josh Brolin] no meio de uma de suas caçadas no deserto, encontra a cena de uma verdadeira chacina e, a poucos metros de lá, uma maleta com 2 milhões de dólares. Acontece que Anton Chigurh [Javier Bardem] está atrás do dinheiro e vai atrás de Moss, disposto a máta-lo, assim como faz com todos que atravessam seu caminho. Roteiro batido? Pode até ser, mas a verdadeira magia da coisa toda é como a história é contada. Por exemplo, uma das coisas critadas deste filme é que não há nenhuma explicação sobre a chacina, as causas, os envolvidos. Achei que isso poderia estragar drasticamente o andar da carruagem. Para Moss, é apenas um grande crime cometido onde no meio estava a maleta que depois foi encontrada por ele. E que existia alguém atrás desta maleta, conseqüentemente, este alguém está atrás dele agora. É isto que precisa estar claro, porque cada ação seguinte necessita disso. Têm-se depois um filme de gato e rato. O magnetismo que falei é que tanto o gato, quanto o rato, são imprevisíveis e é aí que o filme ganha brilha sobrehumano. Válido frisar: a atuação de Javier Bardem é fantástica. Você têm prévia noção de que ele é um lunático só de ver a cara dele, o jeito dele de agir. Isso só é literalmente dito lá pelas tantas do filme [que é um tanto longo]. Mas a essa altura, o olhar de Bardem já te deixa cismado, inquieto, à ponto de você nunca querer dar de cara com um homem desses no meio na rua. Quase sobrnatural.

See you soon
=D

sexta-feira, 4 de abril de 2008

dizem.que.sou.louco

Ontem foi um dia estranho. Começou bem até. 'Bonequinha de Luxo' é um filme sensacional. Todo mundo deveria ver um dia. Outro dia em posto sobre ele. Depois, sessão nada no Alameda. Adoro ficar conversando naquelas benditas mesas. Seguindo meu dia, uma certa correria para chegar a tempo na sessão de 'Paranoid Park'. Falo sobre o filme abaixo. Depois da aula eu fiz o que não deveria ter feito. Saí. Fui a um lugar que não estava predisposto a ir. Ver aquilo que mais quero e sentir falta daquilo que não tenho. Não foi bom, não foi nem um pouco bom. Foi desesperador. Cheguei em casa me sentindo vazio como nunca antes. Preciso do abraço que tanto quero mas que recusa-se a ser dado. Por favor, me dê o chá que me faça esquecer de você. Pelo menos por hoje...

Cineminha do Uli
'Paranoid Park' [Eua, 2007]
*****
de Gus Van Sant
*Vencedor do Prêmio Especial do 60º Aniversário do Festival de Canes

Confesso que algumas das cenas viajantes de trilha sonora meio que inaudível me fizeram viajar de uma maneira estranha. Afinal de contas, skatistas bailando em uma pista em câmera lenta, filmados com o velho 'câmera na mão' dizem muito mais do você realmente acredita. O curioso do filme é ver como cenas tão cheias de significado não possuem voz alguma. É tudo bastante frio, inexpressivo. E talvez, essa sensação de frieza seja a que nos faça realmente enterder o personagem, que numa noite qualquer, se divertindo junto a alguns trens, matou um homem. Foi acidental. E não vou estragar o que filme tanto preza em nos deixar curiosos até a metade dele: o real envolvimento de Alex com o acidente. Alguns podem até dizer que é tudo vazio. É talvez porque a grande maioria não vai realmente imergir nas coisas. A cena de Alex no banho, logo após o ocorrido, é repetida umas duas ou três vezes. E em cada uma delas, vê-se um comportamento diferente. Tem-se uma visão diferente do que está se passando na cabeça dele. Além de ser uma das cenas mais belas que eu já. Trata-se de uma verdadeira surpresa. Foi ver como não quer nada... Me surpreendi. Fiz ginástica com o cérebro e me pergunto porque diabos a grande maioria dos filmes não conseguem ter metade da imersão que este aqui possui...

Bem, é isso =D
E estreiou 'Juno'... Este fim de semana já tenho outra sessão de cinema marcada! XD~

See you soon.

terça-feira, 1 de abril de 2008

climb.your.own.mountain


O menino aqui está indo pra academia todo santo dia... Vamos ver até quando eu agüento o fôlego. XD
Também, esta semana, estou indo com muito melhor disposição para as aulas do cursinho. Isso é bom. Muito bom.
Estou, além disso tudo, ligeiramente decepcionado. Não estou tempo [nem dinheiro] para manter vivo minha paixão por cinema. Eu não vejo um filme a duas semanas!! Isso é inadimissível!!

Filminho:
"Edukators - Os Edukadores" [Alemanha, 2004] ****
Trata-se de um dos mais 'cabeça' que eu já vi na vida. Em nenhum momento isso é uma conotação negativa. Filmado apenas com câmeras digitais [o que dá um charme extra a fotografia], 'Edukators' conta história de dois jovens alemães que se denominam os edukators. Eles acreditam que o atual sistema captalista é altamente injusto e principal causa da devastadora desigualdade social atual. Sendo assim, eles invadem mansões pela alemanha para desorganizar completamente os móveis dessas risidências. Deixam no local uma carta dizendo "Seus dias de fartura acabarão". Aproveitando a viagem do namorado Peter, Jule juntamente com Jan invadem a mansão do homem que a faz pagar por um pequeno estrago de sua mercedes. Entranto, esquece o celular na mansão. Ao retornar a casa, Jule e Jan são surpreendidos pelo dono da propriedade.
Parece estranho, mas o filme possui diálogos tão bem construídos e teses tão bem firmadas que é impossível não terminar de ver o filme e não dar, no mínimo, uma pensadinha sobre a sociedade atual. É um filme que merece ser visto. Extremamente cativante. =D

Por hoje é só galera. =D

Abraço em todo mundo ^^